MANUTENÇÃO DO METRÔ

Com objetivo de oferecer um transporte confiável, confortável, seguro e rápido, engenheiros e técnicos trabalham 24 horas por dia na manutenção do sistema de Material Rodante.



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manutenção do Metrô-DF é executada, em sua grande parte, excetuando os sistemas de elevadores e escadas rolantes (mantidos pela OTIS), pelo Consórcio SSV-Manutenção, por meio de contrato de terceirização, aferidos por índices de desempenho. O corpo técnico da área de Manutenção do Metrô-DF, formado por aproximadamente 60 funcionários, efetua a fiscalização dos serviços executados, utilizando parâmetros contratuais que possibilitam o acompanhamento diário e mensal das atividades. Os sistemas contratados são: material rodante, via permanente, sinalização, controle, telecomunicações, energia e edificações. Em média, são realizadas 2.500 intervenções mensais de manutenção preventiva, corretiva e preditiva (um conceito novo que busca monitorar regularmente os equipamentos) nos diversos sistemas do Metrô-DF.

Com objetivo de oferecer um transporte confiável, confortável, seguro e rápido, engenheiros e técnicos trabalham 24 horas por dia na manutenção do sistema de Material Rodante.

A execução da manutenção é feita nos pátios de manutenção (Pátio Águas Claras e Pátio Asa Sul) onde existem os recursos e as condições específicas apropriadas, tais como valas, via de lavagem, galpões de grande porte, via de testes, torno para usinagem de rodas, almoxarifado, oficinas pneumática, mecânica, elétrica e eletrônica, equipadas para reparação dos equipamentos.

O processo de manutenção do Material Rodante (nome dado aos trens em geral) é predominantemente preventivo. Esta filosofia de manutenção tem como objetivo diminuir as paradas não programadas (corretivas) do equipamento.

Na manutenção preventiva no Metrô-DF é feita inspeção, limpeza, lubrificação e substituição de equipamentos ou componentes, em intervalos regulares, independentemente do seu estado. A periodicidade e o nível de intervenção são determinados pelo plano de manutenção elaborado pela Engenharia de Manutenção. As atividades são definidas em procedimentos técnicos baseados em normas nacionais e internacionais, nas especificações do fabricante e na condição de operação dos equipamentos.

Todo o planejamento da manutenção é feito com o objetivo de minimizar as interferências na operação do sistema. As atividades são programadas nos períodos de menor demanda de passageiros, fora dos horários de pico, de madrugada e nos finais de semana. O compromisso da manutenção é que 100% dos trens estejam disponíveis para o usuário.

Para tanto, diferentes tipos de intervenções são realizadas: revisão leve, média, pesada, bienal ou trienal.

Revisão Leve: Todos os trens passam mensalmente pela revisão leve. É feita a manutenção de um trem durante a noite. Nesta revisão uma equipe de técnicos, mecânicos, eletricistas e ajudantes, acompanhados de um supervisor e fiscais de qualidade, executam inspeções seguindo o roteiro de manutenção, identificando e substituindo os itens que apresentam algum parâmetro fora das especificações técnicas. Em seguida, o trem é submetido a testes estáticos e dinâmicos para verificação do funcionamento de todos os sistemas. Após a revisão, é elaborado um documento denominado FAE (Folha de Anotações Especificas), contendo as informações técnicas dos equipamentos revisados e os responsáveis por cada atividade, garantindo assim a rastreabilidade. Após a intervenção da manutenção, o trem é limpo.

  Revisão Média: É realizada nos trens a cada 50.000 km. Este tipo de revisão é realizado nos mesmos moldes da revisão leve, com roteiro específico, porém com uma gama maior de equipamentos a serem verificados.

Revisão Pesada: É realizada a cada 100.000 km ou um ano, com uma maior gama de equipamentos verificados em relação às revisões leves e médias.

Revisão bienal e trienal: nas revisões de 200.000 km (ou bienal) e 300.000 km (ou trienal) qualquer peça é trocada, independente de seu estado, caso a periodicidade de troca tenha sido atingida. Já os equipamentos que podem ser reparados, são enviados para as oficinas especializadas nos galpões de manutenção do complexo operacional do metrô, em um modelo inspirado na manutenção aeronáutica, cujo objetivo é garantir a máxima confiabilidade e segurança.

Estes equipamentos passam pela revisão geral na oficina. Depois de revisado, o equipamento é testado em “gigas de testes” – simuladores, que garantem o retorno do equipamento à operação em perfeitas condições. Todo o processo é documentado pelo técnico responsável e verificado por fiscais da qualidade.

Após as revisões, todos os trens são testados dinamicamente na via de testes e seus parâmetros de aceleração e frenagem são verificados.

Manutenção corretiva e preditiva

A manutenção Corretiva tem como objetivo retornar o trem à sua condição operacional no menor tempo possível quando da ocorrência de uma falha durante a operação. Uma equipe de 14 técnicos trabalham 24h na manutenção corretiva dos trens.

A manutenção do Metrô-DF está implantando a manutenção Preditiva – Termovisão, cuja intervenção no equipamento é determinada pela “condição e no desempenho real” e não pelo “tempo e estatística” como na manutenção Preventiva. Esta técnica permite identificar com precisão defeitos antes que eles ocorram, permitindo programar a reparação do equipamento e evitar a parada não programada – Corretiva – antes que ela ocorra

A performance da manutenção do Material Rodante é medida por indicadores: TML (tempo médio de liberação), MKBF (média de quilometragens entre falhas), Atendimento aos Picos, Reincidência e MTTR (tempo médio de reparo).

Em comparação com outras operadoras metroviárias do Brasil e do mundo, o desempenho da frota do Metrô-DF apresenta índices superiores em vários subsistemas, permitindo um elevado índice de disponibilidade (em torno de 92%) nos picos.

Esta política de manutenção, voltada às atividades preventivas, garante a disponibilidade, a confiabilidade, e segurança do moderno sistema metroviário do Distrito Federal.

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