Retratos do Metrô: conheça a história de Maria de Lourdes Galvão

Retratos do Metrô: conheça a história de Maria de Lourdes Galvão
23 set 2015

A guardiã das coisas alheias

Texto: Marcelo Abreu/Ascom/Metrô-DF
Foto: Paulo Barros/Ascom/Metrô-DF

O pai deixou São Paulo para se aventurar na construção da nova capital. Era 1957. Ele veio na frente. Havia uma missão: construir a Barragem do Paranoá.  Em São Paulo, ficaram mulher e os três filhos. O pai pelejava aqui. Queria que todos tivessem uma vida melhor na terra onde “jorraria leite e mel”. Em 1959, o operário foi buscar a família. Endereço: Acampamento da Barragem do Paranoá.

A mulher – ao ver onde iria morar e perceber que nada havia, além de um cerradão sem fim – chorou. Não havia pão nem leite para dar aos filhos. O comércio mais próximo ficava em Planaltina. E poderia levar mais um dia para ir e voltar. Brasília foi inaugurada. A filha do operário tinha 7 anos. Lembra alguns detalhes da festa na Esplanada. Lembra da alegria do homem que veio construir a barragem. Ele fazia parte daquilo. E lembra mais ainda de como a vida, naquela época, cabia dentro dos sonhos do pai.

Assim começa a história de Maria de Lourdes Galvão, que você pode conhecer no link abaixo. Ela é uma das pessoas que fazem o Metrô-DF ser o que é. ‪

Clique aqui: http://www.metro.df.gov.br/retratos-do-metro/

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