Mudanças na gestão resultam em economia de R$ 14 milhões no Metrô-DF e no Hemocentro

Mudanças na gestão resultam em economia de R$ 14 milhões no Metrô-DF e no Hemocentro
18 nov 2016

Desempenho da controladoria-geral do DF é apresentado ao governador, que destaca transparência como direito do cidadão. Capacitação com técnicas que auxiliem a racionalizar gastos será implementada em 24 áreas até 2019. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) foi o primeiro órgão a implementar o modelo.

Texto: Jade Abreu/Agência Brasília
Fotos:  Nilson Carvalho/Agência Brasília

(Brasília, 18/11/2016) - O trabalho de gestão de risco na máquina pública teve destaque entre os projetos desenvolvidos este ano pela Controladoria-Geral do Distrito Federal. A ideia é capacitar os órgãos do governo de Brasília com técnicas que auxiliem a gestão e ajudem a racionalizar gastos. A estratégia deve ser implementada em 24 áreas até 2019.

Os resultados da ação da controladoria foram apresentados ontem (17) ao governador Rodrigo Rollemberg e ao chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio. A reunião ocorreu no salão nobre do Palácio do Buriti, e nela ficaram demonstrados benefícios como economias contratuais, trabalhos educativos e mudanças em sistemas operacionais ao longo de 2016.

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Metrô-DF
A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) foi o primeiro órgão a implementar o modelo. Como resultado, reduziu os gastos mensais pela metade: de R$ 9 milhões para 4,5 milhões. Outro órgão foi a Fundação Hemocentro de Brasília, que diminuiu em R$ 10 milhões os custos contratuais após a parceria com a pasta.

Estão em desenvolvimento na controladoria projetos para implementar a gestão de risco na Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e na de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

Para Rollemberg, as ações do setor têm apresentado bons resultados. Ele ressaltou a importância da transparência como um serviço essencial à população. “Transparência é um direito que o cidadão tem para poder consultar os gastos e investimento dos órgãos”, afirmou.

Em setembro, o governo de Brasília lançou um novo modelo de gestão das ouvidorias do DF. O objetivo é promover uma plataforma mais rápida e menos burocrática para o cidadão no momento de fazer sugestão, crítica ou reclamação.

De acordo com os dados apresentados, a manifestação de cidadãos pelo telefone (número 162) caiu de 60% para 50%, enquanto houve aumento de 19% para 24% do total de posicionamento populacional, graças ao maior uso da Internet.

Foi também apresentado o resultado do programa Controladoria nas Escolas, que capacita alunos da rede pública a fazer o levantamento de problemas nas instituições de ensino que frequentam. Em seguida, esses dados são levados à Secretaria de Educação. A primeira auditoria ocorreu em setembro. Até o momento, sete escolas já passaram pelo projeto, e 1.022 alunos foram preparados.

 

 

 

 

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