Faxinaço contra o mosquito

Faxinaço contra o mosquito
11 mar 2016

Nesta sexta (11), empregados e terceirizados do Metrô-DF fizeram um mutirão de limpeza para combater o Aedes aegypti

Texto: Marcelo Abreu/AScom/Metrô-DF
Foto: Paulo Barros/Ascom/Metrô-DF

(Brasília, 11/03/2016) - Maria Sena teve dengue aos 14 anos, lá em Pedro II, interior do Piauí. “Quase morri. Era tanta dor de cabeça, febre e manchas pelo corpo. Ninguém sabia o que era. Fui a um médico em Teresina e lá descobri que doença era aquela. Ninguém nunca tinha ouvido falar em dengue naquela época”, lembrou.

Na manhã desta sexta-feira (11), Maria Sena, aos 35 anos, que trabalha na faxina de um dos galpões, sentadinha no auditório do Centro Administrativo e Operacional (CAO) do Metrô-DF, assistia atentamente à palestra sobre como combater o mosquito que causa a Dengue, a Chikungunha e a Zika.

O Diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Divino Valero, falou por cerca de uma hora meia sobre o combate ao Aedes aegypti. Atentos, empregados do Metrô e terceirizados de serviços gerais prestaram bastante atenção e depois fizeram muitas perguntas

Após o término da palestra, com as dúvidas esclarecidas, três técnicos da Secretaria de Saúde formaram três grupos e saíram pela área interna, a externa e pelo galpão – que soma mais de 480 mil metros quadrados -, atrás de focos do mosquito.

Maria Sena, que mora numa casa em Ceilândia, seguiu o grupo que foi à área externa. “Hoje, eu aprendi muita coisa que não sabia. A gente tem que ficar atento pros riscos. Tenho três filhos, não quero que ninguém pegue essa doença terrível”, disse.

Do mesmo modo de Maria Sena, Girlan Cardoso da Silva, 24, dois filhos, morador de Ceilândia, ficou bem atento ao que o diretor falou na palestra. Acompanhou uma das equipes e aproveitou para sanar todas as dúvidas. “Aprendi coisa que nem sabia. Vou repassar pra minha mulher”, disse.

Conscientização
A ação durou até o meio-dia. Foram constatados focos do mosquito na área externa. Material foi recolhido para confirmar possíveis larvas. Valero, no fim da apresentação, fez questão de avisar: “O mosquito não gosta só de pobreza. Não escolhe local. Ele quer água parada e limpa. É tudo que precisa. Se cada um fizer a sua parte, a gente vence essa guerra”.

Todo cuidado é pouco. Toda atenção precisa ser reforçada. É bom lembrar que em Águas Claras – local onde fica a sede do Metrô-DF –, apenas este ano, foram confirmados mais de 100  casos de dengue. O mosquito terrível, de fato, não escolhe endereço. Vigilância e prevenção serão sempre o melhor remédio.

Mais informações:
Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF)
E-mail: imprensa.metrodf@gmail.com
Telefone: (61) 3353-7077/9285-7346

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